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SAST e SCA: encontre falhas no seu código e nas dependências que você não escreveu

Atualizado em

SAST analisa o código-fonte em busca de falhas de segurança sem executá-lo. SCA inventaria bibliotecas open source e identifica vulnerabilidades conhecidas e riscos de licença. A Loonar desenha e implanta essas análises no pipeline, treina equipes e sustenta a priorização pelo contexto de uso e pela possibilidade de exploração.

Em resumo

  • Analise código próprio e componentes externos.
  • Valide o contexto antes de bloquear.
  • Mantenha inventários e decisões rastreáveis.

Como saber se você precisa de análise de código e dependências?

  • Alertas que perdem credibilidade

    Falsos positivos ocupam a fila de correção e reduzem a confiança no scanner. Sem triagem documentada e regras adequadas à linguagem, o time passa a ignorar notificações, inclusive aquelas que indicam uma falha relevante no código.

  • Dependências fora do radar

    Uma biblioteca pode trazer outras dependências que não aparecem nas escolhas diretas do desenvolvedor. Sem inventário transitivo e resolução de versões, a equipe desconhece componentes presentes na aplicação e demora a avaliar o impacto de novos avisos de vulnerabilidade.

  • Licenças incompatíveis

    Componentes open source podem impor obrigações que não combinam com a distribuição ou o uso pretendido. Sem política e revisão dos casos ambíguos, uma atualização introduz risco contratual e exige retrabalho quando o produto já está pronto.

  • Correções que não avançam

    Uma falha confirmada permanece aberta porque faltam responsável, alternativa de atualização ou testes para validar a mudança. O tempo passa sem decisão explícita. A ausência de acompanhamento transforma uma dificuldade técnica em exposição persistente para o serviço.

Como funciona?

  • SAST ajustado à linguagem

    Configuramos regras conforme linguagens e padrões usados pela aplicação. A triagem separa falhas confirmadas de alertas sem sustentação, preservando justificativas e revisando supressões quando o código ou o contexto muda.

  • SCA direto e transitivo

    Inventariamos dependências declaradas e transitivas, considerando arquivos de resolução e versões efetivamente identificadas. Relacionamos componentes a vulnerabilidades conhecidas e registramos limitações quando a composição não pode ser determinada com confiança.

  • Análise de alcançabilidade

    Investigamos se caminhos do código chegam à função vulnerável da dependência. Esse contexto melhora a priorização, mas não substitui análise de exposição nem garante segurança quando faltam informações sobre execução.

  • Política de licenças

    Classificamos licenças conforme critérios aprovados pelo negócio e encaminhamos ambiguidades para revisão jurídica. O pipeline aplica alertas ou bloqueios acordados, com exceções rastreáveis e revisão quando mudam uso ou distribuição.

  • Sugestões e pull requests automáticos

    Propomos ajustes e atualizações por pull request, preservando revisão humana e testes. A automação abre um caminho de correção, mas não comprova compatibilidade funcional nem elimina a validação de segurança.

  • Relatórios e SBOM

    Organizamos inventário de componentes e evidências das análises por versão. Os relatórios apoiam auditorias e resposta a vulnerabilidades, sem apresentar o SBOM como prova isolada de segurança ou conformidade.

Como a Loonar entrega?

  1. Diagnóstico do portfólio

    A Loonar identifica linguagens, repositórios, dependências e práticas de revisão. O diagnóstico avalia capacidade de correção e necessidades de auditoria para selecionar aplicações representativas e estabelecer um ponto de partida verificável.

  2. Desenho das políticas

    Definimos regras SAST, critérios de risco e política de licenças com engenharia, segurança e responsáveis pelo negócio. O desenho inclui responsabilidades, exceções e tratamento de componentes sem informação suficiente para avaliação.

  3. Implantação e integrações

    Integramos análises às revisões de código e ao pipeline, com permissões adequadas ao escopo. Validamos inventários, ajustamos ruído e testamos bloqueios antes de ampliar a cobertura para outros repositórios.

  4. Treinamento de triagem e correção

    Capacitamos equipes para interpretar fluxos de dados, dependências transitivas e alertas de licença. Exercícios com achados reais ensinam a documentar decisões, validar sugestões e encaminhar dúvidas que exigem análise especializada.

  5. Operação e melhoria contínua

    Acompanhamos correções, falsos positivos e mudanças nas dependências. Revisamos políticas, exceções e cobertura com os responsáveis, mantendo evidências por versão e adaptando controles quando o produto ou seu modelo de distribuição muda.

Quais resultados medimos?

Falsos positivos por varredura
Acompanha alertas classificados como falsos positivos após triagem documentada.
Tempo de correção de críticas
Mede o intervalo entre a confirmação de falhas críticas e sua correção validada.
% de repositórios cobertos
Expressa a parcela dos repositórios no escopo com análises ativas e acompanhadas.
Violações de licença bloqueadas
Registra ocorrências bloqueadas pelos critérios de licença aprovados.

Como SAST e SCA se comparam a DAST e IAST?

As técnicas observam camadas diferentes e exigem interpretação conjunta dos resultados.

Como SAST e SCA se comparam a DAST e IAST?
AspectoSASTSCADASTIAST
O que encontraPadrões inseguros no códigoComponentes vulneráveis e licençasFalhas observáveis externamenteFalhas em fluxos executados
Quando rodaSem executar a aplicaçãoAo resolver componentesCom a aplicação em execuçãoDurante testes instrumentados
LimitaçõesDepende de regras e contextoDepende do inventário e dos avisosNão cobre todo o códigoDepende dos caminhos testados
Pré-requisitoCódigo analisávelInformações de dependênciasAmbiente acessívelInstrumentação compatível

Onde aplicamos?

  • Serviços financeiros

    Aplicações transacionais combinam código próprio e bibliotecas com diferentes ciclos de atualização. SAST e SCA ajudam a separar falhas da aplicação de riscos introduzidos por componentes. A triagem documentada e as evidências por versão apoiam decisões de correção e auditoria, sem substituir testes de segurança complementares.

  • Saúde

    Sistemas que processam dados de pacientes precisam conhecer os componentes em uso e tratar falhas com cuidado operacional. O inventário de dependências e a revisão do código orientam atualizações planejadas. Testes de regressão e aprovação dos responsáveis preservam o funcionamento dos fluxos assistenciais durante a correção.

  • SaaS

    Equipes que publicam software continuamente precisam detectar novas dependências e mudanças de licença antes da distribuição. Integramos verificações aos pull requests e geramos evidências por versão. A análise de alcançabilidade ajuda a organizar a fila de correção, sem tratar resultados inconclusivos como garantia de que não existe risco.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre SAST e SCA?

SAST examina o código da aplicação sem executá-lo para identificar padrões que podem representar falhas de segurança. SCA identifica componentes externos, suas versões, vulnerabilidades conhecidas e licenças. São perspectivas diferentes: uma biblioteca vulnerável pode existir em código sem achados SAST. Da mesma forma, dependências atualizadas não eliminam falhas escritas pela própria equipe no código da aplicação.

Preciso dos dois?

Em aplicações que usam bibliotecas externas, as duas análises cobrem riscos distintos e costumam se complementar. O escopo depende das linguagens, da arquitetura e do acesso ao código e aos inventários. A Loonar desenha a combinação adequada, implanta integrações, treina a triagem e sustenta ajustes. Nenhuma das técnicas substitui testes em execução, avaliação de arquitetura ou acompanhamento de produção.

Como reduzir falsos positivos?

Ajuste regras à linguagem e aos padrões da aplicação, valide os fluxos apontados e registre o motivo de cada classificação. Supressões precisam de escopo e revisão, não de aprovação permanente. Comece com aplicações representativas e acompanhe o resultado da triagem. O objetivo é tornar o feedback confiável sem esconder achados difíceis ou reduzir artificialmente a quantidade de alertas.

O que é análise de alcançabilidade?

É a avaliação de caminhos pelos quais o código da aplicação pode chegar ao trecho vulnerável de um componente. Ela acrescenta contexto à severidade publicada e ajuda a definir prioridades. Porém, carregamento dinâmico, configurações e limitações da análise podem deixar caminhos invisíveis. Um resultado negativo ou inconclusivo não comprova ausência de risco e deve ser interpretado com outras evidências.

SAST e SCA ajudam a cumprir PCI DSS e outras normas?

Essas análises podem apoiar controles de desenvolvimento seguro, gestão de vulnerabilidades e evidências de avaliação exigidos no escopo aplicável. Não garantem conformidade nem substituem a interpretação dos requisitos e a validação por responsáveis competentes. Relatórios precisam mostrar cobertura, limitações, decisões e correções. A organização também deve manter processos e outros controles necessários ao seu ambiente.

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