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Cybersecurity 360º: proteção do usuário à infraestrutura e ao código

Cibersegurança 360º trata segurança como sistema de gestão: governança e risco mensuráveis, exposição sob controle, nuvem, dados e SaaS com postura monitorada, endpoints atualizados, código e cadeia de software protegidos e operação de detecção e resposta 24×7. A Loonar desenha, implanta e opera esse ciclo, alinhado ao NIST CSF 2.0 e à LGPD.

  • Ferramentas isoladas e postura sem medição

    Governança, risco e operação integrados ao NIST CSF 2.0, com MDR e SIEM 24×7.

  • Ataques que começam pela identidade

    Detecção e resposta a ameaças contra Active Directory, Entra ID e Google Workspace.

  • Endpoints desatualizados e sem visibilidade

    Um só console para inventariar, corrigir e gerenciar remotamente todos os dispositivos, com patches automáticos.

  • Dependências open source vulneráveis ou maliciosas

    Pacotes de risco bloqueados na entrada e vulnerabilidades priorizadas pelo risco real.

  1. Diagnóstico

    Avaliamos a maturidade frente ao NIST CSF 2.0, o inventário de ativos e as principais exposições.

  2. Desenho

    Definimos o perfil alvo, as prioridades por risco, os controles e as métricas para a diretoria.

  3. Implantação e integrações

    A Loonar implanta os controles e integra identidade, endpoints, nuvem, código e operação de segurança.

  4. Treinamento

    Capacitamos o time técnico e as lideranças para operar os controles e responder a incidentes.

  5. Operação e melhoria contínua

    Operamos detecção e resposta 24×7 e revisamos a postura e os riscos em ciclos regulares.

Por onde começar um programa de cibersegurança?

Por saber o que proteger e onde estão os maiores riscos. Um diagnóstico alinhado ao NIST CSF 2.0 mostra a maturidade atual, o inventário de ativos e as exposições críticas. Com isso, a Loonar monta um plano priorizado: primeiro as ações que reduzem mais risco com menor esforço, depois os controles estruturais e a operação contínua.

O que é o NIST CSF 2.0 e por que usá-lo?

O NIST Cybersecurity Framework 2.0 organiza a segurança em seis funções: governar, identificar, proteger, detectar, responder e recuperar. É aberto, reconhecido internacionalmente e independe de fornecedor. Usá-lo dá uma linguagem comum entre técnica e diretoria, permite medir a evolução e se conecta a normas como ISO 27001 e CIS Controls.

Preciso de um AI SecOps próprio?

Na maioria das empresas médias e grandes, não. Manter um AI SecOps 24×7 exige equipe em turnos, ferramentas e processos maduros. Um serviço de MDR entrega monitoramento, investigação e resposta contínuos, com analistas especializados. A Loonar opera esse serviço integrado ao seu ambiente e mantém o seu time informado e no controle das decisões.

Como mostrar o risco cibernético para a diretoria?

Traduzindo controles técnicos em risco de negócio. Em vez de listas de vulnerabilidades, a diretoria vê a maturidade por função do NIST CSF, os riscos priorizados por impacto, a evolução ao longo do tempo e as decisões que dependem dela. Painéis de GRC consolidam esses dados e mantêm evidências prontas para auditoria e conselho.

Vamos desenhar a próxima versão da sua operação?

Conte o desafio. Em uma conversa com um especialista, você sai com um caminho claro, mesmo que ainda não seja a hora de comprar.