Cybersecurity 360º: proteção do usuário à infraestrutura e ao código
Cibersegurança 360º trata segurança como sistema de gestão: governança e risco mensuráveis, exposição sob controle, nuvem, dados e SaaS com postura monitorada, endpoints atualizados, código e cadeia de software protegidos e operação de detecção e resposta 24×7. A Loonar desenha, implanta e opera esse ciclo, alinhado ao NIST CSF 2.0 e à LGPD.
- Shift Left e DevSecOpsSegurança integrada ao desenvolvimento, com controles proporcionais ao risco.Ver Shift Left e DevSecOps
- SAST e SCAEncontre falhas no código e riscos nas dependências open source.Ver SAST e SCA
- SecOps agênticoAgentes de IA na operação de segurança, com supervisão humana.Ver SecOps agêntico
- Gestão de exposição (CTEM)Exposição priorizada pelo negócio, com correção acompanhada até a validação.Ver Gestão de exposição (CTEM)
- CNAPP, CSPM, DSPM e governança de SaaSControle a postura de nuvem, dados e SaaS pelo risco real.Ver CNAPP, CSPM, DSPM e governança de SaaS
- Gestão de patchesAtualize sistemas e aplicações com políticas, testes e evidências.Ver Gestão de patches
- GRC – Governança, risco e conformidadeConecte controles, evidências e decisões de risco em um programa contínuo.Ver GRC – Governança, risco e conformidade
- TPRM – Riscos de terceirosAvalie fornecedores e acompanhe riscos durante toda a relação contratual.Ver TPRM – Riscos de terceiros
- MDR – Detecção e resposta gerenciadasMonitoramento contínuo, investigação e resposta com especialistas em cibersegurança.Ver MDR – Detecção e resposta gerenciadas
- ITDR – Ameaças de identidadeDetecte abuso de credenciais e responda a ameaças contra identidades.Ver ITDR – Ameaças de identidade
- RMM – Monitoramento e gestão remotaMonitore dispositivos, automatize rotinas e preste suporte remoto com controle.Ver RMM – Monitoramento e gestão remota
Ferramentas isoladas e postura sem medição
Governança, risco e operação integrados ao NIST CSF 2.0, com MDR e SIEM 24×7.
Ataques que começam pela identidade
Detecção e resposta a ameaças contra Active Directory, Entra ID e Google Workspace.
Endpoints desatualizados e sem visibilidade
Um só console para inventariar, corrigir e gerenciar remotamente todos os dispositivos, com patches automáticos.
Dependências open source vulneráveis ou maliciosas
Pacotes de risco bloqueados na entrada e vulnerabilidades priorizadas pelo risco real.
Diagnóstico
Avaliamos a maturidade frente ao NIST CSF 2.0, o inventário de ativos e as principais exposições.
Desenho
Definimos o perfil alvo, as prioridades por risco, os controles e as métricas para a diretoria.
Implantação e integrações
A Loonar implanta os controles e integra identidade, endpoints, nuvem, código e operação de segurança.
Treinamento
Capacitamos o time técnico e as lideranças para operar os controles e responder a incidentes.
Operação e melhoria contínua
Operamos detecção e resposta 24×7 e revisamos a postura e os riscos em ciclos regulares.
Por onde começar um programa de cibersegurança?
Por saber o que proteger e onde estão os maiores riscos. Um diagnóstico alinhado ao NIST CSF 2.0 mostra a maturidade atual, o inventário de ativos e as exposições críticas. Com isso, a Loonar monta um plano priorizado: primeiro as ações que reduzem mais risco com menor esforço, depois os controles estruturais e a operação contínua.
O que é o NIST CSF 2.0 e por que usá-lo?
O NIST Cybersecurity Framework 2.0 organiza a segurança em seis funções: governar, identificar, proteger, detectar, responder e recuperar. É aberto, reconhecido internacionalmente e independe de fornecedor. Usá-lo dá uma linguagem comum entre técnica e diretoria, permite medir a evolução e se conecta a normas como ISO 27001 e CIS Controls.
Preciso de um AI SecOps próprio?
Na maioria das empresas médias e grandes, não. Manter um AI SecOps 24×7 exige equipe em turnos, ferramentas e processos maduros. Um serviço de MDR entrega monitoramento, investigação e resposta contínuos, com analistas especializados. A Loonar opera esse serviço integrado ao seu ambiente e mantém o seu time informado e no controle das decisões.
Como mostrar o risco cibernético para a diretoria?
Traduzindo controles técnicos em risco de negócio. Em vez de listas de vulnerabilidades, a diretoria vê a maturidade por função do NIST CSF, os riscos priorizados por impacto, a evolução ao longo do tempo e as decisões que dependem dela. Painéis de GRC consolidam esses dados e mantêm evidências prontas para auditoria e conselho.
Vamos desenhar a próxima versão da sua operação?
Conte o desafio. Em uma conversa com um especialista, você sai com um caminho claro, mesmo que ainda não seja a hora de comprar.