Quanto mais o mercado de TI evolui, maiores são as exigências para que a gestão das empresas do setor seja assertiva e eficiente. Por isso, os conceitos de DevOps, SRE e FinOps vêm sendo adotadas em larga escala na rotina dessas companhias.

Estamos falando de conjuntos de boas práticas ligadas tanto aos processos de desenvolvimento de produtos digitais quanto a aspectos mais amplos, como a organização financeira. Quando aplicados de forma contextualizada com as reais demandas do negócio, esses modelos ajudam a aumentar a competitividade nesse mercado tão concorrido.

Para que você não confunda DevOps, SRE e FinOps, vamos explicar um pouco mais sobre cada um desses conceitos e mostrar a melhor forma de integrá-los a uma empresa de TI.

Boa leitura!

O que é DevOps?

Promover a colaboração entre todos os setores e funções envolvidos no desenvolvimento e na manutenção de soluções digitais é o grande objetivo da metodologia DevOps. Ela traz diretrizes modernas para aumentar a produtividade da equipe e garantir valor agregado ao serviço ofertado ao cliente.

Isso significa que o conceito não se restringe a funções ou cargos específicos dentro da equipe de TI. Vai muito além disso. A ideia é abranger setores de desenvolvimento, operações, segurança, qualidade, suporte e qualquer outro que tenha impacto nos resultados dos projetos realizados pela empresa.

Vale destacar que o DevOps está intimamente ligado à metodologia de gestão Agile. Caso você não saiba, ela estabelece o paradigma do modelo de desenvolvimento incremental; isto é, prioriza a entrega de versões parciais do projeto. Dessa forma, essas versões podem ser testadas tanto pelos profissionais quantos pelos usuários e aperfeiçoadas para lançamentos seguintes.

Assim, as práticas de DevOps surgem como uma forma de tornar o processo de desenvolvimento de sistemas ainda mais otimizado. Na prática, elas promovem a padronização dos ambientes de desenvolvimento, homologação e produção.

Outro benefício do DevOps é auxiliar no gerenciamento e controle de toda a infraestrutura que serve à empresa. No final das contas, o conceito garante um aprendizado contínuo em cada novo projeto desenvolvido, fazendo com que essa cultura seja integrada às práticas da empresa de forma orgânica e adaptadas às suas demandas.

O que é SRE?

Sigla para Site Reliability Engineering (Engenharia de Confiabilidade de Sites, em tradução livre), o SRE é mais uma abordagem de desenvolvimento de softwares que está em evidência atualmente. Ela se baseia no estabelecimento de um equilíbrio entre o lançamento ágil de novas versões e o grau de segurança necessário para que sejam confiáveis aos usuários.

Por isso, as tarefas que eram tradicionalmente delegadas aos profissionais de operações passam a ficar sob a responsabilidade de engenheiros especializados nesse tipo de demanda. Eles devem atuar buscando a otimização das práticas que aumentam a confiabilidade do produto, que geralmente se baseiam em soluções de padronização e automação de tarefas operacionais.

Isso tudo faz com que a posição de engenheiro de confiabilidade de sites exija um alto nível de conhecimento e experiência em desenvolvimento de softwares, administração de sistemas e operações de TI. Essas pessoas serão responsáveis por aspectos como o gerenciamento de mudanças no projeto, as respostas a situações de emergência, disponibilidade dos serviços e a latência da sua comunicação, entre outros.

O conceito de SRE foi criado pela equipe de desenvolvimento do Google, uma das principais companhias de tecnologia do mercado atual. Por isso, podemos dizer que suas diretrizes estão alinhadas com as práticas mais modernas de atuação e são capazes de reduzir os eventuais custos que podem surgir após o lançamento de uma aplicação, em especial aqueles relacionados a necessidades de manutenções e correções.

O que é FinOps?

E por falar em custos, existe também uma metodologia que visa otimizar a gestão financeira das empresas de TI. De olho na crescente tendência de migração de dados e serviços para a nuvem, as práticas de FinOps têm como objetivo aprimorar o acompanhamento do consumo desses recursos, com foco na redução de custos com a utilização de servidores remotos.

O termo é um acrônimo (palavra formada pela inicial ou por mais de uma letra de cada um dos segmentos sucessivos de uma locução, ou pela maioria dessas partes) para Cloud Financial Management (Gestão Financeira em Nuvem). Isso deixa claro seu propósito na rotina da empresa que o adota.

Por meio dele, é possível aumentar a previsibilidade de consumo de recursos em nuvem e promover uma cultura de responsabilidade financeira na definição dessa demanda.

Esse é mais um conceito que depende diretamente da atuação colaborativa entre os diferentes times que contribuem com os processos de desenvolvimento, além, é claro, do departamento de finanças. No modelo FinOps, todos se tornam responsáveis por seu próprio consumo na nuvem, devendo estabelecer as estratégias necessárias para reduzir os custos considerados desnecessários.

Isso é feito com base em um conjunto de soluções e práticas que tornam mais acessível o entendimento dessas demandas. Sem dúvidas, essa é uma grande vantagem quando falamos de um custo bastante flexível e que pode ser otimizado para que a empresa ganhe margem para a manutenção de sua saúde financeira e até mesmo para investimentos em novos projetos.

Quais as principais diferenças entre DevOps, SRE e FinOps?

Como vimos, cada um dos conceitos de gestão para empresas de TI se aplica a um aspecto da rotina dessas organizações, buscando tornar seus processos mais eficientes e potencializar os seus resultados operacionais. Por isso, conhecer as principais características do DevOps, SRE e FinOps é importante para identificar qual estratégia é mais recomendada em determinada situação.

Em resumo, o DevOps aumenta a produtividade, baseando o desenvolvimento em entregas contínuas e parciais, com grande integração entre as equipes envolvidas e o cliente final. Já o SRE se volta para a segurança e a confiabilidade dos produtos entregues, aumentando a padronização e automação de demandas. Por fim, o FinOps garante que os custos relativos ao consumo de recursos em nuvem sejam os mais otimizados e possíveis.

Você deve estar se perguntando como essas metodologias podem ser implementadas na sua empresa de TI, não? Para isso, conte com a Loonar. Somos especialistas na criação de estratégias com soluções únicas moldadas para o seu negócio, seja qual for o seu objetivo.

Acesse agora nosso site e conheça os serviços que ajudarão a superar os desafios e impulsionar os resultados do seu negócio!

Com a pandemia do novo Coronavírus (covid-19), a transformação digital se intensificou em diversos setores econômicos. Identificar e se adaptar a essa nova realidade foi fundamental para a sobrevivência de muitas empresas. Assim como também é preciso investir corretamente em soluções que ajudem a melhorar sua performance, como o Morpheus Data.

Não basta apenas migrar para a computação em nuvem para buscar desesperadamente reduzir custos e ganhar eficiência. É essencial que haja uma preocupação em contar com uma plataforma dinâmica, capaz de acompanhar a evolução do negócio e proporcionar maior agilidade e segurança aos processos.

Neste artigo, vamos detalhar uma série de aspectos que mostram como o uso do Morpheus Data é necessário para otimizar os resultados ao se apostar na tecnologia de cloud computing.

Confira!

Saiba mais sobre o Morpheus Data

Morpheus Data é uma plataforma norte-americana que se caracteriza por automatizar a infraestrutura de apps e a gestão da nuvem híbrida. É cada vez mais comum as organizações optarem por armazenar os dados adotando a multicloud por questões estratégicas e de segurança.

Por isso, o Morpheus Data se torna uma solução interessante: ela facilita a administração dos recursos e das informações quando uma empresa considera importante usar, simultaneamente, a nuvem pública e a privada.

A plataforma tem como características marcantes a possibilidade de aplicar o controle de acesso granular, o que separa os usuários em grupos de acordo com as funções ocupadas em uma companhia.

Além disso, o Morpheus Data também permite atribuir políticas a usuários, funções, grupos e nuvens. Dessa forma, contribui para a gestão dos recursos ser mais simples e prática, o que é fundamental para elevar a produtividade e otimizar a utilização da nuvem.

Outro ponto positivo é possibilitar um controle melhor do uso da cloud computing, fator preponderante para uma organização ter um compliance mais efetivo, seguindo normas internas e legislações governamentais, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Com o Morpheus Data fica mais simples estabelecer políticas de automação de processos. Assim, uma empresa pode ter mais clareza das ações que estão sendo automatizadas, eliminar erros e ter um conhecimento mais amplo do andamento dos trabalhos, assim como o que pode ser aprimorado.

Conheça as principais vantagens do Morpheus Data

Há muitos aspectos que devem ser considerados para escolher uma plataforma de gestão multicloud. Com a intenção de ajudá-lo nessa tarefa, vamos detalhar como o Morpheus Data pode ajudar em uma série de fatores dentro de uma organização.

Acompanhe!

Processos

Atualmente as empresas buscam sistemas e aplicativos que tornem os serviços mais simples e que facilitem a interação com o público interno ou externo. Para atingir esse objetivo, é necessário que os desenvolvedores tenham condições favoráveis para executar os trabalhos de forma plena e ágil.

Pensando nisso, o Morpheus Data proporciona o cenário ideal para o desenvolvimento de software, já que fornece os recursos indispensáveis para a execução desse processo ser devidamente efetivada, com a oferta de ferramentas e de mecanismos para testar e lançar produtos na nuvem.

Com esse processo corretamente mapeado na plataforma, uma empresa terá o cenário mais adequado para o desenvolvimento de softwares que agreguem valor ao negócio e que colaborem para o aprimoramento de processos.

Custos

Além de permitir um gerenciamento mais qualificado dos recursos e dos serviços, o cloud computing se caracteriza pela possibilidade de reduzir custos de acordo com a demanda. Ao optar pelo Morpheus Data, uma organização pode reforçar o controle financeiro ao escolher funções mais acessíveis economicamente, levando em consideração as necessidades institucionais.

Por meio de dashboards, é possível avaliar como os recursos estão sendo empregados. Ou seja, é viável acompanhar como as ferramentas estão sendo utilizadas, o que permite reduzir gastos com a nuvem e otimizar a administração das ferramentas da plataforma.

A automatização de tarefas permite que o Morpheus Data seja vital para economizar recursos financeiros com mão de obra, permitindo que uma empresa tenha mais capital para investir no que mais necessita para elevar o nível de competitividade.

Pessoas

Uma das maiores dificuldades enfrentadas pelas companhias é a rotatividade de funcionários, porque isso prejudica a gestão do conhecimento em muitas situações. Para minimizar esse problema, o Morpheus Data permite elevar o nível de automatização dos serviços, criando um cenário favorável para a adaptação mais rápida de novos profissionais.

Essa medida também colabora para aumentar a produtividade, ou seja, extrair o que há de melhor em cada funcionário na medida certa. Quanto mais fácil for o processo de inserção de um empregado à cultura organizacional e às práticas corporativas, mais rápido ele vai gerar o retorno esperado. E esse cenário pode ser alcançado com a adesão a uma plataforma avançada de multicloud.

Segurança

A proteção dos dados é, sem dúvida, uma das maiores preocupações dos gestores atualmente. Pensando nisso, o Morpheus Data eleva o nível de controle de acesso aos recursos tecnológicos, o que é vital para minimizar riscos e fortalecer as políticas de compliance.

Com diversas funcionalidades, a plataforma permite automatizar processos e integrar sistemas de maneira bastante segura, fazendo com que a administração dos recursos seja mais efetiva e adote as melhores práticas de segurança da informação.

Com a LGPD, as companhias sabem que proteger os dados passou a ser uma questão que envolve estratégia, eficiência e imagem institucional.

Entenda a relação da Loonar com a Morpheus Data

É inquestionável o potencial do Morpheus Data para o gerenciamento mais inteligente da nuvem híbrida. Contudo, é fundamental escolher um parceiro que possibilite extrair os recursos da plataforma, considerando o orçamento e as necessidades do seu negócio.

Esse aspecto reforça o trabalho da Loonar , que há mais de dois anos é parceira autorizada no Brasil para disponibilizar o Morpheus Data para companhias de diversos segmentos e tamanhos.

Com um olhar atento para as prioridades de cada cliente, temos como um de nossos principais pontos positivos contribuir para uma adoção eficiente da multicloud.

Se está em busca de mais conhecimento sobre o potencial da nuvem híbrida e da nossa plataforma, confira nosso webinar sobre o tema!

Afinal, o acesso a informações qualificadas é peça-chave para vencer desafios e aprimorar processos!

Plataforma de e-commerce destaca disponibilidade da equipe, novas ideias e metodologias apresentadas como diferencial da startup.

São Paulo, 27 de janeiro de 2022: Em meio ao crescimento de sua plataforma de compra e venda de produtos, o Enjoei, destaque no e-commerce nacional, buscava uma forma de otimizar seus processos de engenharia de software. Os principais desafios na área envolviam a descentralização, tanto de ferramentas como da comunicação, e a falta de visibilidade (observability) que prejudicava o aperfeiçoamento das ações de desenvolvimento.

Com o objetivo de melhorar a performance na criação de funcionalidades (features) e projetos, a empresa conta há 5 meses com o apoio da Loonar, startup de soluções em tecnologia, especializada em automação, integração e gestão visual, para aprimorar seus processos.

Desde o início da parceria, a Loonar atuou em várias frentes, com destaque para customização da plataforma de acompanhamento Jira e da ferramenta de trabalho colaborativa Confluence. As atividades da Loonar envolveram criação de processos de agilidade, incluindo upstream/downstream e DevOps, automação e integração das soluções Slack (voltada à comunicação comercial), ferramenta de versionamento de código e Jira, além da gestão visual com ferramentas de planejamento, métricas e roadmaps.

De acordo com Nikolas Lenzi, gerente de agilidade do Enjoei, as ações da Loonar trouxeram mais rapidez aos processos e aumentaram a confiança nas informações disponíveis. “Já utilizávamos o Jira e o Confluence, por exemplo, mas com uma customização muito baixa. A Loonar estruturou uma arquitetura ágil que possibilitou a automatização dos processos,  antes feitos de maneira descentralizada e manual. Com isso, na prática, o time executor passou a ter maior facilidade de acesso e navegação em várias camadas de informação”, afirma.

Já a gestão visual, segundo Lenzi, deu à equipe de engenharia mais objetividade e permitiu tomadas de decisão mais rápidas e fáceis, graças à quantidade de dados disponíveis. “A agilidade se baseia em melhoria contínua. Com o acesso fácil às informações, temos um ambiente que promove discussão e colaboração, com mais visões dos profissionais e um senso de participação maior”, diz o executivo, que destaca ainda a atuação sob medida da startup. “A equipe da Loonar criou para o Enjoei um modelo único de gestão de agilidade em escala baseada em nossa cultura e necessidade”,  sintetiza Lenzi.

“Para nós é uma grande satisfação poder participar da transformação dos processos de engenharia de software do Enjoei e permitir que a empresa escale ainda mais para seguir desempenhando o importante papel que representa hoje no e-commerce nacional. A Loonar está totalmente comprometida em oferecer o conjunto certo de ferramentas para apoiar os processos de cada cliente”, afirma Renato Censi, co-fundador e CEO da Loonar.

Quando o assunto é Cloud Computing, a maior preocupação das empresas está na segurança da nuvem. Basicamente, o que aflige os gestores é o nível de proteção que esse tipo de armazenamento oferece. Assim, é bom entender que todo o conceito é baseado em servidores externos, os quais são controlados por terceiros.

Porém, é preciso ressaltar que mesmo assim seu nível de privacidade é ótimo. Esta tecnologia de ponta, além de tudo, é super prática. Somando todos os fatores, essa é uma estratégia inteligente para empresas que querem crescer de forma sustentável e constante.

Para entender mais sobre a segurança da nuvem, continue com a gente. Ao longo do texto, você poderá compreender mais afundo o que é, quais as ameaças e as principais vantagens de apostar nessa prática.

O que é a segurança da nuvem?

A computação em nuvem ainda é um assunto nebuloso para algumas pessoas, principalmente as que não estão inseridas no mercado de informática e tecnologia. Dessa forma, é interessante explicar que o conceito se refere a serviços que operam por meio de servidores externos. Estes podem ser fornecidos por terceiros, além de poderem ser compartilhados.

Quando se fala em segurança da nuvem, porém, o foco está em práticas e protocolos que garantam a proteção de sua empresa. Mais do que isso, esse é um assunto primordial, já que define o nível de defesa dos dados da corporação, bem como dos clientes e parceiros. Entram nessa rede de proteção, também, itens como os aplicativos em execução e o ambiente de cloud computing em si.

Quais as principais ameaças à segurança da nuvem?

Ainda que a segurança da nuvem seja maior do que em servidores tradicionais, existem sim ameaças para essa tecnologia. Sabendo disso, é interessante ter noção de quais são esses riscos e como evitá-los para que você consiga tirar o maior proveito possível da solução. Assim, podemos citar como maiores ameaças os itens a seguir:

Vazamento de dados

Como qualquer outra plataforma virtual, a computação em nuvem não está livre dos ataques e vazamentos. Obviamente, esse processo é mais complicado do que em servidores físicos, mas é um risco que deve ser considerado. Em especial, sua preocupação deve estar em alguns arquivos específicos.

O vazamento de informações confidenciais, dados de clientes e parceiros podem causar problemas para a corporação. Para tentar se blindar da situação, o mais indicado é investir em criptografia para proteger o material e sua empresa.

Roubo da conta

Mais perigoso do que o vazamento de dados, o roubo da conta como um todo pode ser um enorme problema. Em geral, esse cenário ocorre por meio de aplicativos maliciosos de hackers, os quais captam as informações do perfil. Com isso, conseguem realizar o login e ter controle total do sistema, representando uma grande dor de cabeça.

Felizmente, a segurança da nuvem é muito maior atualmente, impedindo que isso ocorra com frequência. Com isso, é cada vez mais difícil que uma situação como essa se torne realidade.

Quais as principais vantagens de investir na segurança da nuvem?

Ainda que existam ameaças à segurança da nuvem, as vantagens desse recurso são muito atraentes. Com isso, podemos concluir que o custo-benefício da ferramenta é extremamente vantajoso. Para entender melhor, vamos analisar as 5 principais vantagens em utilizar essa tecnologia.

1. Conveniência e acessibilidade

Sem dúvida alguma, uma das principais vantagens da nuvem é sua conveniência, já que ela está sempre ao seu alcance. Ao contrário de servidores físicos, o cloud computing oferece acesso em qualquer local, hora e dispositivo. Para empresas, esse é um benefício extremamente interessante, já que garante disponibilidade em tempo integral.

Além disso, toda a tecnologia embarcada na solução permite uma atuação mais ágil e eficaz, promovendo aumento de produtividade à organização. E isso, afinal, é o que todos buscam, especialmente em mercados altamente competitivos.

2. Armazenamento e escalabilidade

Talvez a mais buscada funcionalidade dos servidores em nuvem seja a sua capacidade de armazenamento. Ao invés de um local fechado, com inúmeros aparatos e gastos com manutenção, você pode guardar todos os seus arquivos em um servidor externo.

Além de reduzir os custos, essa é uma técnica que garante a escalabilidade de sua empresa. A justificativa para isso é simples: caso precise de mais espaço, basta entrar em contato com a empresa fornecedora e contratar. O mesmo pode ser dito sobre o cenário oposto. Portanto, estamos falando sobre uma ferramenta que se adequa às suas necessidades.

3. Segurança e privacidade

A segurança da nuvem é consideravelmente maior do que a de um servidor físico. Da tecnologia utilizada na solução aos diversos programas e APIs (Application Programming Interface ou Interface de Programação de Aplicações, em português) que podem ser adicionados, a diferença é grande.

Sendo assim, ela se apresenta como uma excelente oportunidade para quem deseja se sentir mais protegido. Principalmente em tempos de LGPD — Lei Geral de Proteção de Dados —, este pode ser um fator decisivo no momento de definir a escolha ideal para você e sua empresa.

4. Compartilhamento e trabalho em equipe

Outro ponto interessante a se analisar nesse tema é a capacidade de compartilhamento que a solução oferece. Com todos os arquivos online e com acesso a todos eles, fica muito mais simples que as equipes trabalhem em conjunto.

O mais interessante, porém, é que isso pode ser feito com profissionais de todos os cantos do mundo. Dessa forma, times multiculturais podem atuar juntos e trazer os melhores resultados para a corporação. Tudo isso se utilizando de um mesmo sistema e editando o mesmo arquivo, sem necessidade de cópias e anexos.

5. Compliance e conformidade

Para finalizar, não há como não destacar a conformidade do sistema em comparação aos demais. O foco aqui está, principalmente, nas leis, normas, regulamentos e contratos que uma empresa deve seguir.

Para conseguir sucesso nessa empreitada, é preciso buscar uma solução personalizável que possibilitará um melhor encaixe de acordo com suas necessidades. Com isso, a organização é capaz de cadastrar todos os fatores a serem analisados, bem como incrementar a segurança da nuvem em alguns dos pontos mais relevantes para sua atuação.

Invista na segurança da nuvem em seu negócio

Ao mesmo tempo em que a procura por soluções inteligentes cresce, aumentam também os riscos. Por isso, garantir a segurança da nuvem em seu negócio é o ideal para crescer de maneira constante e sustentável.

Para conseguir tal feito, porém, o mais indicado é contar com parceiros experientes e com amplo conhecimento do mercado. Somente assim você terá o auxílio necessário para obter sucesso nesse projeto.

A Loonar é uma empresa moderna que possui a vontade de vencer junto com seus clientes. Aqui, seus desafios são nossos desafios, e faremos de tudo para te ajudar a crescer e conquistar mercado.

Para isso, atuamos com soluções para gestão de processos, serviços, ativos, operações, projetos, desenvolvimento de produtos, automação de rede e infraestrutura em nuvem. Tudo isso com profissionais capacitados e tecnologia de ponta.

Ficou interessado no assunto? Descubra mais sobre a Loonar e nossas soluções para se destacar e gerar resultados!

Com serviços de cloud computing (computação em nuvem) adequados, você terá uma série de vantagens: modernização rápida de seu negócio, melhora da segurança e de seus resultados financeiros e muito mais. A adoção de serviços de cloud computing é crucial para a manutenção da competitividade de qualquer empresa atualmente— independentemente de seu ramo ou porte.

Entretanto, quando falamos sobre serviços de cloud computing, existem diversas ofertas, serviços e provedores diferentes que nos ajudam a resolver todo o tipo de desafio tecnológico.

Continue lendo este artigo para ter uma visão mais ampla e detalhada sobre serviços de cloud computing!

O que são os serviços de cloud computing?

Os serviços de cloud computing consistem na entrega de soluções, produtos e serviços de forma online. Eles permitem que sua empresa acesse recursos como ferramentas de TI, infraestruturas, softwares e dados em servidores remotos. Basta ter um dispositivo (computador, celular, notebook ou tablet) conectado à internet.

Os serviços de cloud computing são a evolução natural das antigas soluções on-premise- ideia que exige que a empresa invista em um robusto ambiente de TI e instale softwares em cada um de seus computadores. Com os serviços de cloud computing, um provedor de soluções é contratado para cuidar de toda ou parte da infraestrutura, configurar os sistemas, fazer manutenção dos equipamentos, entre outras atividades relacionadas.

Quais são os principais modelos de serviços de cloud computing?

Os modelos de serviços de cloud computing variam e nada mais são que os tipos de nuvem que podem ser adotados pela empresa. A melhor escolha dependerá de suas características e expectativas.

Portanto, vamos explicar melhor as características de cada um desses modelos. Acompanhe!

Pública

Na nuvem pública (public cloud), os serviços de cloud computing referentes a infraestrutura são mantidos em um provedor partilhado entre várias empresas e pessoas. A computação em nuvem pública é mais acessível, flexível e tem preços menores, já que todos os usuários compartilham os custos de troca e manutenção do hardware.

A computação em nuvem pública funciona da seguinte maneira: o cliente envia os dados para nuvem, enquanto o provedor se responsabiliza pela manutenção, gestão dos recursos e segurança dos dados. Com a computação em nuvem pública, a empresa consegue redimensionar facilmente o ambiente nuvem de acordo com sua demanda.

Privada

Nuvens privadas (private clouds) oferecem uma infraestrutura destinada a um cliente exclusivo; portanto, não é compartilhada com outros usuários. Por isso, a arquitetura e a manutenção dos serviços de cloud computing para computação em nuvem privada são planejadas especialmente para atender exclusivamente as necessidades de uma empresa, o que inclui suas políticas, regras de uso e acesso, entre outros.

A computação em nuvem privada tem um custo mais elevado, mas a empresa que adota essa nuvem desfruta de maior segurança, privacidade, disponibilidade e agilidade, já que os recursos são moldados de acordo com a cultura, normas e funcionamento da empresa.

Híbrida

A nuvem híbrida (hybrid cloud) é uma combinação dos dois modelos de serviços de cloud computing anteriores. O objetivo da computação em nuvem híbrida é permitir que a empresa aproveite tanto a personalização, contenção e segurança da nuvem privada quanto a praticidade da pública.

Na computação em nuvem híbrida, ambas as nuvens são utilizadas simultaneamente na rotina da empresa. Normalmente a pública é usada para ambientes de teste ou novos produtos que exigem uma maior escalabilidade, enquanto a privada é mais utilizada para guardar informações críticas ou mesmo para operações estáveis que não demandam grande crescimento em um curto espaço de tempo.

Quais funções os serviços de cloud computing podem exercer?

As funções dos serviços de cloud computing diferenciam a forma com que recursos ou soluções são entregues para os usuários. Porém, é possível que uma empresa utilize todos simultaneamente ou adote apenas um.

Geralmente a cobrança é feita pelo uso de dados ou por uma taxa fixa que pode ser mensal, semestral, anual ou outro intervalo de tempo.

SaaS

Software as a Service (SaaS ou software como serviço) é a disponibilização de um sistema via um provedor ou browser, permitindo que ele seja acessado por qualquer dispositivo. Muitos sistemas de gestão integrados (ERPs) ou de relacionamento com o cliente (CRMs) são oferecidos por SaaS.

Essa é uma função escalável e de fácil implementação e acesso nas empresas, pois a solução está disponível a um clique de distância e não é preciso fazer instalações, configurações e gestão de licenças.

PaaS

No Platform as a Service (PaaS ou plataforma como serviço) um provedor oferece aos seus clientes uma plataforma em que é possível hospedar, administrar e programar aplicativos usados pela empresa.

Seu time de desenvolvimento terá à disposição uma infraestrutura moderna, otimizada e completa para criar softwares, sem precisar se preocupar com atualização e manutenção de equipamentos.

É a alternativa ideal para negócios que pretendem desenvolver suas próprias aplicações e deixar a complicação de gerenciar as plataformas que as hospedam a cargo dos provedores de serviços de cloud computing.

IaaS

Infrastructure as a Service (IaaS ou infraestrutura como serviço) é a contratação de hardwares (equipamentos físicos ou virtuais) para seu ambiente de TI (tudo que engloba roteadores, servidores, capacidade de processamento ou armazenamento, memória).

O IaaS funciona como um complemento aos outros e é usado por empresas que estão crescendo rapidamente, já que a infraestrutura disponibilizada para o negócio pode ser expandida rapidamente. Essa função também é vantajosa para empresas que precisam reduzir suas atividades, pois ela permite não ter custos com equipamentos ociosos.

Quais as principais vantagens dos serviços de cloud computing?

Seja qual for o modelo de nuvem ou a função dos serviços de cloud computing escolhidos pela empresa, ela terá muitas vantagens em relação ao on-premise. Esses benefícios são poderosos diferenciais para você potencializar sua competitividade no mercado.

Veja quais são eles nos tópicos seguintes.

Otimização de custos

Um dos principais ganhos observados na adoção de serviços de cloud computing é a redução da necessidade de grandes investimentos a curto prazo, uma vez que a cobrança é feita por demanda. A flexibilidade de poder adquirir tecnologia de ponta em grande escala por breves espaços de tempo permite que as empresas explorem novos produtos e serviços com maior agilidade.

Dessa forma, entram no mercado mais facilmente e podem mudar de estratégias rapidamente; isto é, sem desperdício de investimento caso entendam que o negócio deva seguir outra direção. Tudo isso sem se preocupar, já que a empresa não precisará gastar com um ambiente de TI robusto e nem se preocupar em atualizá-lo constantemente ou realizar consertos e manutenções.

A empresa contratada também tomará as medidas necessárias para proteger o ambiente em que se encontra os computadores, servidores, redes e outros bens. Isso inclui planejamento, refrigeração e limpeza do espaço, bem como a instalação de equipamentos como câmeras de segurança.

Os serviços de cloud computing cobram pelo que for utilizado pela sua empresa, maximizando o custo-benefício das aplicações ou da infraestrutura. Com isso, você não arcará com módulos ou capacidades que não estão sendo usados pelos usuários.

Segurança

A segurança da informação é uma área complexa e que exige um grande investimento para que seja efetiva. Pode ser bastante custoso e complicado para que uma empresa proteja seus dados, especialmente porque 80% das empresas globais estão suscetíveis a sofrer ataques em 2022.

A melhor forma de garantir a segurança dos seus dados é contar com o apoio de um provedor de serviços de cloud computing. Ele possui um amplo rol de ferramentas, como:

  • backups: são feitas cópias de segurança que possibilitam uma ágil recuperação de dados quando a empresa precisa;
  • controle de acesso: os gestores poderão gerenciar o acesso às informações pelo usuário. Por exemplo, dados confidenciais podem ser configurados para que somente certos colaboradores os acessem;
  • gestão de senhas: são criados requisitos para criação de senha pelo usuário, o que dificulta sua descoberta por cibercriminosos;
  • criptografia dos dados: faz com que as informações do negócio se tornem completamente ilegíveis para cibercriminosos, caso eles consigam acessá-las e até mesmo roubá-las;
  • firewalls: monitora o tráfego da rede de computadores, minimizando o risco de invasão;
  • antivírus: impedem que o sistema seja infectado por softwares malignos (malwares).

Flexibilidade

Os serviços de cloud computing podem ser reduzidos ou expandidos de acordo com as demandas do negócio. Por exemplo, não é preciso adquirir, instalar e configurar novos equipamentos quando sua empresa precisar expandir suas atividades e nem deixar aparelhos ociosos se você precisar diminuir suas operações.

Produtividade

O pessoal de TI poderá dedicar mais tempo às atividades mais estratégicas (como elaboração de planejamentos e suporte às equipes) e gastará menos tempo com operações manuais, como: instalações, configurações, manutenções, realizações de cópia de arquivos e outras.

Isso também evita que colaboradores de outras áreas — como RH, financeiro, administração etc. — fiquem ociosos enquanto aguardam as atividades citadas serem concluídas.

Mobilidade

Com a implementação de serviços de cloud computing, gestores e colaboradores poderão acessar o ambiente nuvem em qualquer lugar e hora com dispositivos móveis como smartphones e tablets. Desse modo, líderes poderão monitorar as atividades desempenhadas no negócio e gerenciar suas equipes mesmo fora do estabelecimento da empresa.

Essa vantagem também facilita a realização do trabalho em casa, já que os funcionários poderão acessar o sistema e realizar suas operações pela internet.

Escalabilidade

E deixamos o melhor para o final. A escalabilidade pode ser considerada o maior benefício dos serviços de cloud computing. Poder contar com recursos infinitos para que o negócio esteja pronto para crescer da noite para o dia – e ainda conseguir reduzir rapidamente os custos quando o negócio não precisar mais dos recursos – é um diferencial cada vez mais adotado por empresas de todos os tamanhos e segmentos.

Desta forma, em momentos especiais como períodos de grandes vendas, lançamentos de produtos, grandes eventos ou até mesmo para conseguir acompanhar um aumento crescente nas demandas, contar com um parceiro de serviços de cloud computing é fundamental. Só assim você conseguirá superar as restrições tecnológicas e financeiras com a agilidade que o mercado demanda.

Na nuvem, quanto maior a escala, maiores os ganhos do negócio. Com o acesso a toda essa escalabilidade, startups do mundo todo têm competido de igual para igual com gigantes corporações em diversos mercados.

Os serviços de cloud computing podem englobar vários modelos de nuvem e funções, mas criar um projeto que seja ideal para as necessidades da sua empresa é crucial para que você aproveite as vantagens dessa tecnologia.

Por isso, é importante que você conte com a Loonar, uma empresa competente, experiente e que desenha soluções únicas que se encaixam perfeitamente ao seu negócio.

Se você quer saber um pouco mais sobre o mundo dos serviços de cloud computing, não deixe de acompanhar a nossa entrevista com Brad Parks, CMO da Morpheus Data!

Existem diversos estudos sobre a emissão de carbono no mundo. Os números variam de acordo com as metodologias utilizadas, mas dependem muito, também, da transparência de empresas e governos em prover esses dados. Avaliei os dados coletados de diferentes estudos de Universidades e órgãos independentes ao redor do mundo para trazer este assunto à pauta, mas dados podem estar diferentes se comparados com outros levantamentos (keep calm). O mais importante é que tenhamos noção do quanto que as ações de neutralização podem beneficiar nosso futuro e, de outro lado, o quanto a ‘não-ação’ pode nos destruir.

Não à toa, o assunto tem sido foco de ações com impacto global de empresas como a Apple e a Microsoft, mas também de pessoas com enorme influência, como Bill Gates, Elon Musk, Larry Ellison e até o Príncipe William com o #earthshotprize .

De volta aos datacenters…

Datacenters representam entre 2% e 3% do total de emissões de carbono no mundo.

O número é alto, mas para efeito de comparação:

  • 15% do carbono global é para o consumo de energia de residências e prédios comerciais;
  • 5% vem da emissão de gases por gados na agricultura;
  • 10% emissão de gases pelo transporte rodoviário;
  • 30% é a parcela de emissão da indústria como um todo.

loonar_datacenter_2

 

As nuvens públicas como AWS, Azure, Google Cloud, Oracle Cloud, Alibaba e IBM, são grandes concentradores destes números, mas também representam um universo onde é possível controlar e atingir melhores resultados quanto à eficiência do uso da energia e o emprego massivo de energia renovável.

Empresas de todos os tamanhos, utilizando datacenters próprios, dificilmente alcançariam a mesma eficiência – e também não precisariam demonstrar a mesma transparência – que Google, Microsoft e Oracle têm alcançado e demonstrado.

É o que diz um relatório da Oracle, chamando a atenção para o quanto a tecnologia empregada na eficiência de seus sistemas de refrigeração, o uso otimizado de espaço e o planejamento para manter alta utilização de recursos é imensamente mais inteligente do que o que se vê disponível em datacenters On-Premises. A Oracle também criou um plano e metas bastante incomum e muito agressivo para aumentar sua participação na redução de emissões de carbono. Em 2018, 62% dos datacenters globais já faziam uso de energia limpa. Na Europa, a Oracle afirma já ter 100% dos datacenters utilizando energia renovável. Mesmo com forte expectativa de crescimento, possui uma meta de redução global de uso de energia (de qualquer tipo) de 26% até 2025.

Já a Microsoft, em parceria com a WSP (consultoria em gestão do meio ambiente), publicou em 2018 um estudo denso sobre as vantagens da computação em nuvem para o meio ambiente. Seu compromisso inclui alcançar 100% de uso de energia renovável até 2025 e zerar toda emissão de carbono em sua cadeia até 2030. O estudo mostra que, no mínimo, foram alcançados 52% em redução de uso de energia por unidade de processamento e até 98% de redução em emissões pelo uso de energia solar ou eólica em suas plantas.

Enquanto isso, na Califórnia, a Google também aposta pesado na redução de emissões de gases na atmosfera. Desde 2017, a Google é detentora de uma marca impressionante: de ter alcançado em suas operações, não somente os datacenters, 100% de uso de energia renovável. Assim como a Microsoft, planeja estar livre de carbono até 2030.

A AWS, detentora da maior fatia da receita na nuvem, tem feito movimentos dúbios nos últimos anos no que diz respeito ao meio ambiente. Apesar de terem demonstrado uma capacidade de 50% de uso de energia limpa nos datacenters em 2018, a gigante de Seattle foi acusada pelo Greenpeace de abandonar seu compromisso de alcançar os 100% de energia renovável. Resultados apontaram um aumento de 59% das operações sem que houvesse qualquer novo investimento em energia limpa. Após as acusações, a Amazon reforçou seu compromisso. Diversas fontes mostram a dificuldade que a AWS tem enfrentado – com o crescimento da concorrência – em manter seus compromissos com relação ao uso de energia limpa. Lembrando que, em 2019, os funcionários da Amazon organizaram uma espécie de greve, cobrando melhores estratégias relacionadas à mudança climática. De toda forma, existem diversos projetos em curso, plantas de energia solar e eólica em operação e em construção, e muitos investidores de olho nos resultados.

 

loonar-datacenter

 

Empresas com a Equinix, que possui mais de 220 datacenters no mundo todo, (e hospeda boa parte da infra de clouds) também operam com uma forte cultura de sustentabilidade. Mais de 90% do seu parque opera hoje com energia limpa. Estamos falando de mais 11% de todo o mercado de datacenters global.

É óbvio que muitos, se não todos os grandes players da nuvem, fazem uso da compra de créditos de carbono para atenuar o impacto da emissão de poluentes de toda sua cadeia. Mas é preciso levar em conta que o desperdício de energia no on-premises é muito grande. Algumas estimativas apontam que cerca de 30% dos servidores são meros zumbis, ligados para realizar serviços de baixíssima complexidade e extremamente subutilizados. Todos precisamos de tecnologia, seja para alavancar os negócios, seja para acompanhar nossas séries favoritas, que façamos uso desta tecnologia de forma consciente.

A eficiência energética e a redução da emissão de gases poluentes devem estar entre as principais pautas em negociações e contratações de tecnologia na próxima década. Em um mundo em que usamos cada vez mais recursos de computação, é evidente que essa consciência tenha que partir não somente dos provedores, mas também dos consumidores. Pensando nisso (ou talvez não somente nisso), a Microsoft criou uma calculadora de sustentabilidade, a Microsoft Sustainability Calculator. Com este app (free para quem possui uma conta na Microsoft com acesso ao PowerBI), os decisores de empresas podem fazer uso de insights para guiar os investimentos em computação, armazenamento e outros serviços.

Fica cada vez mais claro que – ainda que seja preciso avaliar as relações de custo (combinando todas complexas relações entre a dinâmica do mercado, posicionamento dos negócios, a necessidade de recursos humanos capacitados em novas tecnologias, transformação do desenvolvimento de aplicações para micros-serviços, além ciclo de vida de investimentos já feitos) para se determinar a velocidade da curva de adoção da nuvem, o panorama atual e a direção para a qual nos movemos, o caminho para a nuvem é muito mais uma questão de quando e menos questão de por que (ou onde).

Data may not be the new oil at all…

 

loonar-datacenter-2

Escrito por Renato Censi, Co-Fundador da Loonar.

Fontes:

https://www.oracle.com/corporate/citizenship/sustainability/clean-cloud.html

https://en.wikipedia.org/wiki/Renewable_energy_credit

https://www.dxc.technology/cr/insights/145852-data_centers_play_key_role_in_reducing_ghg_emissions

https://ourworldindata.org/emissions-by-sector#energy-electricity-heat-and-transport-73-2

https://www.theguardian.com/technology/2021/feb/15/bill-gates-carbon-neutrality-in-a-decade-is-a-fairytale-why-peddle-fantasies

https://www.huawei.com/br/sustainability/environment-protect/reducing-carbon-emissions

https://www.equinix.com/data-centers/design/green-data-centers/

https://download.microsoft.com/download/7/3/9/739BC4AD-A855-436E-961D-9C95EB51DAF9/Microsoft_Cloud_Carbon_Study_2018.pdf

https://sustainability.google/commitments/

https://www.wired.com/story/amazon-google-microsoft-green-clouds-and-hyperscale-data-centers/

https://www.latimes.com/business/story/2019-09-19/amazon-climate-change

https://www.greenpeace.org/usa/news/greenpeace-finds-amazon-breaking-commitment-to-power-cloud-with-100-renewable-energy/

https://sustainability.aboutamazon.com/environment/the-cloud?energyType=true

Por algum motivo, o que mais tem pipocado em minha timeline do Linkedin são pessoas em busca de recolocação e empresas em busca de talentos. Fico me perguntando por que, mesmo com uma ferramenta tão poderosa como Linkedin, essas pessoas não se encontram?

O RH precisa acordar para o século XXI. Muitos vão me detonar por dizer isso, mas os profissionais de RH precisam cobrar mais dos CIOs por novas estratégias, melhores ferramentas, processos e automações (sim, robôs), para que o RH seja mais humano. O ser humano quer usar a tecnologia para ampliar seus horizontes e não para substituí-lo. O que estamos esperando?

Photo by Braden Collum on Unsplash

 

Recrutadores reclamam que não conseguem dar conta da quantidade de candidatos para filtrar e entrevistar, enquanto há uma míriade de tecnologias disponíveis para escalar seus processos. O problema talvez seja que as empresas e seus CIOs não deem o devido valor a este processo tão vital para o sucesso da companhia.

A grande maioria de profissionais e gestores de RH são formados e especializados em pessoas. O que é maravilhoso. Mas nos dias de hoje, o RH precisa ser levado a sério pelo CIO tanto quanto DevOps e Segurança. São os melhores talentos e a agilidade em repor estes talentos que irão definir o crescimento dos negócios.

Embora devamos admitir que há um esforço enorme dos times de RH, sem apoio da tecnologia – e com uma enxurrada de demandas – o RH, ao invés de robotizado, se torna mesmo desumano. Sem respostas, sem processo, sem clareza, toda experiência em pessoas resulta em frustração de ambos os lados.

Photo by JESHOOTS.COM on Unsplash

 

Empresas como a Taqe, entregam um enorme valor ao processo, personalizando a experiência.

Ferramentas como o Jira Service Management, Jira Software e o Confluence, auxiliam a ganhar escala e visibilidade com processos ágeis.

O Linkedin é a janela onde todos estamos para impulsionar e dar visibilidade a nossas carreiras.

É claro que não posso deixar de mencionar as ferramentas de gestão de RH, que cumprem o papel no ciclo de vida dos relacionamentos de trabalho e controlam os processos uma vez que o talento é descoberto.

E há muito mais lá fora (no sentido de olhar fora da caixa) que precisamos estar atentos.

O que me intriga é que poucas empresas têm investido em INTEGRAR todas essas tecnologias em um processo único. Seria o HRFlow?

O sucesso é garantido, pois melhora a atração, o filtro, as respostas, o controle e as métricas. Além de estarem prontas para escalar e contarem com seres humanos motivados e mais eficientes para girar as engrenagens do negócio com maior paixão e comprometimento.

Photo by Good Faces on Unsplash

 

Personalizar a experiência, escala e visibilidade, processos ágeis, impulsionar e monitorar as carreiras e gerir o ciclo de vida do relacionamento. Fica a dica para os CIOs e gestores de RH.

Por Renato Censi – Co-Founder and Editor of Occupy the Clouds @ Loonar

Siga a Loonar no Linkedin!

tihumana humanit voaloonar

No fim dos anos 1990, o desenvolvimento de software tinha como base a documentação extensa, experimentação, estudos e testes de modelos excutados em fases sequenciais como uma empresa de construção projeta e constrói uma ponte sobre uma Avenida de grande circulação.

Entretanto, àquela altura, softwares já se mostravam soluções criativas que constantemente mudavam seus requisitos, escopos e necessidades com frequência. É como se começassemos a construir uma ponte e, em determinado ponto da construção, nos deparássemos com a necessidade de se criar uma alça de acesso nova, antes mesmo de ligar os lados da ponte original.

Eis que em 2001, um grupo de 17 notáveis desenvolvedores se reuniram para esquiar nas montanhas de Utah e trocarem conhecimentos sobre desenvolvimento de software. Muito já se conhecia de alternativas ao processo tradicional, como XP, FDD, DSDM, etc., e este encontro ficou conhecido pela publicação do Manifesto for Agile Software Development.

É preciso maturidade para entender que a intenção do grupo era não só confrontar uma indústria estabelecida, mas provar que é preciso ter um olhar diferente para os problemas se quiser se diferenciar e evoluir. Qualquer processo pode ser melhorado, mas nem todo processo pode ser transformado (leia-se transformado como uma quebra de paradigma repentino. Ao longo dos anos, tudo se transforma lentamente). É preciso tocar as mais diversas áreas de conhecimento para alcançar mudanças relevantes.

O único receio dos membros signatários do Agile Manifesto, vindo diretamente de Martin Fowler, era que a maioria dos americanos não saberia sequer pronunciar a palavra ‘agile’ (pronúncia correta: ÁDJEL e não AJÁIEL). Por sinal, nós Brasileiros também não aprendemos a pronúncia. Na dúvida, diga simplesmente ágil.

Inovação depende muito mais da capacidade de enxergar o futuro por meio das dificuldades dos seres humanos do que simplesmente adotar essa ou aquela metodologia. De tudo que já vi sobre agilidade, uma questão é chave: iteração. Os impactos das metodologias ágeis aplicadas ao desenvolvimento de software nos anos após o manifesto foram realmente sentidas quando de fato as pessoas passaram a entender o que as fazem especial.

A curva de Brachistochrone sempre me faz lembrar a importância do MVP (minimum valuable product ou produto mínimo viável, na tradução direta). Poder chegar mais rápido do protótipo a um produto minimamente operacional, nos garante experimentar antes, para se ter maior capacidade de conhecer o caminho mais certo, que jamais será o mais curto.

A repetição deste modelo em menores porções, nos faz priorizar aquilo que mais faz sentido naquele momento. Iteração é a chave. Nada disso é novo, entretanto. Há décadas, PDCA e PDSA são exemplos de conceitos de melhoria contínua que têm muita iteração. O que os 17 nerds de Utah começaram, foi reproduzir o que a humanidade vem fazendo há milênios numa escala menor. De evolução medida em gerações para evolução medida em uma caixa de tempo menor, de uma a 4 semanas. Tudo o que aprendemos neste período, é revisado e aplicado ao período seguinte como lição aprendida. Nada diferente do que uma mãe ou pai que ensina os filhos e faz com que um certo conhecimento seja passado a frente.

Como quase todo hype, a agilidade tem sido palco para uma série de desencontros.

Após 2010, quase uma década após o manifesto, algumas empresas passaram a enxergar o modelo como a resposta a todos os problemas. Sem uma visão holística do negócio, muitos acabaram com o viés de que agilidade não serve fora do mundo de desenvolvimento de software. Focadas na metodologia e não nos problemas que precisavam ser resolvidos, muitas empresas de tecnologia, startups e até empresas tradicionais, como de tabaco, varejo, etc., surfaram uma onda de quadros coloridos na parede, reuniões em pé no corredor, Sprints para bater meta, entre outros.

loonar_agile_agil

Se você acredita que os quadros Kanban ou que as cerimônias do Scrum são, isoladamente, ferramentas de aumento de performance, certamente pode começar a criar equipes que gastam o dobro do tempo para ter a metade do controle. Assim, sequer conseguirá provar se estava melhor ou pior do que antes.

Há pelo menos 4 anos, houve um boom de agilidade no mercado. Por um lado isso é bom. Quanto mais difundidas as técnicas, maior a evolução dos conceitos. Scaled Agile e o modelo Spotify são excelentes exemplos de como evoluimos como seres humanos. Também tive a oportunidade de acompanhar um pouco, em meus tempos de Tangoe, como a IBM do Brasil, com feras como o Giafredo, lideraram um movimento com propósito e muita perseverança para disseminar a cultura ágil no DNA de uma gigante centenária. Por outro lado, vimos um crescente número de profissionais que somente focaram em conhecer a metodologia e esquecer do negócio. É como andar de Ferrari em pista de terra.

É preciso entender que, enxergar o futuro, buscar o máximo do conhecimento da cadeia de valores, dos relacionamentos dos negócios e compreender a força da iteração são infinitamente maiores que decorar os ritos e técnicas de qualquer metodologia.

Conselho às equipes ágeis: conheçam mais as regras do negócio, a cadeia, os clientes; e estudem profundamente os pontos de falha e sucesso olhando também pela lente de modelos aplicados a outras indústrias (6Sigma, Lean, PDCA, etc.); para não cometerem erros de julgamento por viés de confirmação ou mesmo por déficit de capacidade técnica dos times e acabarem engolidos pelas demandas.

Ser ágil não é ser mais rápido per se, mas estar pronto para mudar o rumo a qualquer momento. Quem pegou o espírito da coisa, está voando.

Escrito por Renato Censi, Co-Founder da Loonar.

 

Fontes:

https://agilemanifesto.org/history.html

https://hbr.org/2016/04/the-secret-history-of-agile-innovation

https://hbr.org/2018/04/the-reinvention-of-nasa

https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0164121212000532

 

Ao longo de 2020, passamos de expectadores de um filme de terror/suspense a personagens de um drama. Sem ao menos nos dar conta, nossas vidas foram alteradas em seu núcleo, para nunca mais esquecermos. Muitos de nós, infelizmente, padeceram sem entender exatamente contra o que estavam lutando.

Em 2020, o que conhecemos como vida profissional também mudou drasticamente. Em menos de um ano, a corrida por escritórios maiores, mais descolados e cheios de alternativas de entretenimento e convivência entre colaboradores terminou antes da bandeira quadriculada.

Pessoas no mundo todo passaram a trabalhar remotamente, de suas casas, de maneira improvisada. Estudos apontam que, média, 56% da força de trabalho é passível de ser executada remotamente, mas menos de 15% o faziam antes da pandemia da COVID-19. Hoje, este número pode estar na casa dos 30%. Muitas empresas, como Atlassian e Facebook, anunciaram que parte de seus colaboradores poderão trabalhar remotamente de maneira permanente – enquanto outras como a Microsoft, é mais cautelosa em dizer que o trabalho remoto pode mascarar deficiências de produtividade. O fato é que este cenário até há pouco inimaginável, hoje é uma realidade dura e muito complexa para lidar.

Nós seres humanos somos realmente muito especiais. Nos adaptamos e buscamos motivação onde os desafios mais difíceis se encontram. De crianças do ensino infantil a desenvolvedores de software, todos encontraram algum tipo de tecnologia que os colocasse de volta ao rumo, mesmo que fora dos trilhos.

Contudo, uma míriade de soluções em plataformas ou aplicativos ganhou a cena. Elas protagonizaram uma verdadeira revolução digital jamais vista. Teams, Trello, Zoom, Jira, Google Classroom, entre tantos outros tiveram um papel fundamental em 2020 para manter negócios funcionando.

Entretanto, o uso de redes domésticas sem proteção e um número crescente de pessoas buscando apoio em plataformas, soluções e aplicativos que não estavam prontos para escalar do ponto de vista de segurança e compliance, trouxe à tona um problema muito maior. Este comportamento foi o maior pesadelo de CIOs e CSOs desde que iniciamos o isolamento social.

Photo by Chris Barbalis on Unsplash

O chamado “shadow IT“, onde soluções de tecnologia são adotadas por profissionais de áreas não técnicas sem o devido controle e supervisão de seus departamentos de TI, se tornou o centro de um debate massivo sobre segurança de dados e proteção de capital digital.

Ataques de ransomwares (ameças virtuais que criptografam dados e pedem resgates geralemente em criptomoedas pela devolução do acesso aos dados) aumentaram significativamente em 2020. Houve aumento de cerca de 72% em ataques deste tipo nos primeiros 6 meses de 2020 no Brasil, segundo uma das maiores empresas de anti-virus do mundo.

Como resposta, empresas do mundo todo abraçaram o “Zero Trust”, conceito idealizado há mais de 10 anos pela Forrester, que prega que qualquer pessoa ou sistema não é confiável por padrão. Um relatório encabeçado pela CyberSecurity Insiders e a Pulse Security, realizado com apoio de centenas de profissionais de segurança da informação, aponta que 72% das empresas pesquisadas planejava adotar as praticas do “Zero Trust” ainda em 2020, principalmente, puxadas pelos impactos da pandemia.

Photo by Matthew Henry on Unsplash

Enquanto a luta do mundo todo por vacinas está em plena ascenção, o déficit de infraestrutura e logística, somado à fragilidade das economias de países da América Latina nos impõe um fardo pesado e duro. Brasil e seus vizinhos lutam por estoques de insumos enquanto assistimos uma teia de complexas variáveis se formando e nos dizendo que, tão breve, não teremos nossas vidas de volta ao que conhecíamos. Ao menos não será tão fácil como gostaríamos que fosse. Nos próximos 6 meses ou mais, nossa luta por manter a vida a caminhar para frente e o progresso da humanidade em contínua expansão será nada diferente do que tem sido nos últimos 12 meses.

CIOs e CSOs devem continuar protagonizando e liderando as estratégias de continuidade de negócios sem baixar a guarda. Levar soluções inteligentes e disruptivas a áreas de baixíssimo grau de digitalização e com carência de infraestrutura, bem como proteger os dados e fechar as portas de ameaças de segurança devem continuar a ser as prioridades em 2021.

É muito importante que estejamos firmes e determinados a manter nossa motivação, seja no seio de nossas famílias, seja em levar para as nossas empresas as respostas e o suporte necessário para que possamos passar por este período. Mais do que isso, precisamos evoluir, mudar, aprender muito mais rápido e nos preparar melhor para o futuro.

Escrito por Renato Censi, Co-Founder da Loonar.

Fontes:

https://www.pulsesecure.net/resource/2020zero-trust-report/

https://www.gartner.com/en/newsroom/press-releases/2020-07-14-gartner-survey-reveals-82-percent-of-company-leaders-plan-to-allow-employees-to-work-remotely-some-of-the-time#:~:text=July 14%2C 2020-,Gartner Survey Reveals 82% of Company Leaders Plan to Allow,Remotely Some of the Time

https://globalworkplaceanalytics.com/work-at-home-after-covid-19-our-forecast

https://www2.deloitte.com/ch/en/pages/human-capital/articles/how-covid-19-contributes-to-a-long-term-boost-in-remote-working.html

https://www.helpnetsecurity.com/2020/12/29/need-for-zero-trust-security/

https://www.infosecurity-magazine.com/news/shadow-it-covid19-home-working/

https://contentandcloud.com/cybercrime-covid-era/

https://www.cnet.com/news/quibi-twitter-hack-and-misinformation-the-biggest-tech-fails-of-2020/

https://www.gatesnotes.com/podcast/what-will-the-world-look-like-after-covid-19

Morpheus agora fala Português e foi graças ao time da Loonar, em parceria com a equipe de desenvolvimento da Morpheus Data, que este importante passo foi dado.
Estamos muito satisfeitos com a parceria e confiantes para levar o Morpheus Data para as principais empresas no Brasil, ajudando para que elas tenham ainda mais sucesso com a plataforma Líder Mundial em Automação e Gestão Multicloud do Mercado.

Para mais informações, agende um horário com um de nossos especialistas no link: Agenda Loonar

Loonar