Recebemos o Marcelo Pardo, Senior Manager de Digital WorkSpace da VMware, para falar sobre a escalada de transformação do espaço de trabalho remoto e as tendências da mobilidade corporativa.

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Neste segundo episódio, Renato Censi entrevista Brad Parks, CMO da Morpheus Data.

Renato e Brad conversam sobre estratégia para nuvens híbridas e públicas, DevOps, VDI e como iniciar a jornada para orquestrar deployments, provisionamento, redes, backups, monitoração e muito mais com Morpheus.

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Matéria escrita pelo Fausto Macedo para o Jornal Estadão com nosso Co-Fundador Renato Censi

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Sejam muito bem-vindos ao primeiríssimo episódio do programa de entrevistas da Loonar com especialistas de várias áreas e muito conteúdo.

Se você quer ficar por dentro do mundo de DevOps, Segurança, Metodologias Ágeis, Transformação Digital e Cloud Computing, este é o lugar.

Nosso convidado de hoje é formado em Engenharia pela Universidade Federal de Uberlândia e Mestrado pela Escola Superior de Mecânica e Microtecnologias da França, em Besançon. Já trabalhou com qualidade, atendimento, produção e transformação digital nas indústrias automobilística, química e de energia. Passou por consultorias de peso, como a Deloitte, a Tangoe e a Amaris. Hoje, ele lidera iniciativas de inovação Claro e também se dedica a empreender nos mais diversos campos. Gosta muito de um bom vinho, uma boa prosa e está sempre de bom humor.

De Uberlândia para o mundo, Luiz Roma Jr.

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Matéria escrita pelo jornalista Claudiney Santos da TI INSIDE.

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Demanda em alta impulsiona crescimento da Loonar no mercado de gerenciamento de nuvem

Existem diversos estudos sobre a emissão de carbono no mundo. Os números variam de acordo com as metodologias utilizadas, mas dependem muito, também, da transparência de empresas e governos em prover esses dados. Avaliei os dados coletados de diferentes estudos de Universidades e órgãos independentes ao redor do mundo para trazer este assunto à pauta, mas dados podem estar diferentes se comparados com outros levantamentos (keep calm). O mais importante é que tenhamos noção do quanto que as ações de neutralização podem beneficiar nosso futuro e, de outro lado, o quanto a ‘não-ação’ pode nos destruir.

Não à toa, o assunto tem sido foco de ações com impacto global de empresas como a Apple e a Microsoft, mas também de pessoas com enorme influência, como Bill Gates, Elon Musk, Larry Ellison e até o Príncipe William com o #earthshotprize .

De volta aos datacenters…

Datacenters representam entre 2% e 3% do total de emissões de carbono no mundo.

O número é alto, mas para efeito de comparação:

  • 15% do carbono global é para o consumo de energia de residências e prédios comerciais;
  • 5% vem da emissão de gases por gados na agricultura;
  • 10% emissão de gases pelo transporte rodoviário;
  • 30% é a parcela de emissão da indústria como um todo.

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As nuvens públicas como AWS, Azure, Google Cloud, Oracle Cloud, Alibaba e IBM, são grandes concentradores destes números, mas também representam um universo onde é possível controlar e atingir melhores resultados quanto à eficiência do uso da energia e o emprego massivo de energia renovável.

Empresas de todos os tamanhos, utilizando datacenters próprios, dificilmente alcançariam a mesma eficiência – e também não precisariam demonstrar a mesma transparência – que Google, Microsoft e Oracle têm alcançado e demonstrado.

É o que diz um relatório da Oracle, chamando a atenção para o quanto a tecnologia empregada na eficiência de seus sistemas de refrigeração, o uso otimizado de espaço e o planejamento para manter alta utilização de recursos é imensamente mais inteligente do que o que se vê disponível em datacenters On-Premises. A Oracle também criou um plano e metas bastante incomum e muito agressivo para aumentar sua participação na redução de emissões de carbono. Em 2018, 62% dos datacenters globais já faziam uso de energia limpa. Na Europa, a Oracle afirma já ter 100% dos datacenters utilizando energia renovável. Mesmo com forte expectativa de crescimento, possui uma meta de redução global de uso de energia (de qualquer tipo) de 26% até 2025.

Já a Microsoft, em parceria com a WSP (consultoria em gestão do meio ambiente), publicou em 2018 um estudo denso sobre as vantagens da computação em nuvem para o meio ambiente. Seu compromisso inclui alcançar 100% de uso de energia renovável até 2025 e zerar toda emissão de carbono em sua cadeia até 2030. O estudo mostra que, no mínimo, foram alcançados 52% em redução de uso de energia por unidade de processamento e até 98% de redução em emissões pelo uso de energia solar ou eólica em suas plantas.

Enquanto isso, na Califórnia, a Google também aposta pesado na redução de emissões de gases na atmosfera. Desde 2017, a Google é detentora de uma marca impressionante: de ter alcançado em suas operações, não somente os datacenters, 100% de uso de energia renovável. Assim como a Microsoft, planeja estar livre de carbono até 2030.

A AWS, detentora da maior fatia da receita na nuvem, tem feito movimentos dúbios nos últimos anos no que diz respeito ao meio ambiente. Apesar de terem demonstrado uma capacidade de 50% de uso de energia limpa nos datacenters em 2018, a gigante de Seattle foi acusada pelo Greenpeace de abandonar seu compromisso de alcançar os 100% de energia renovável. Resultados apontaram um aumento de 59% das operações sem que houvesse qualquer novo investimento em energia limpa. Após as acusações, a Amazon reforçou seu compromisso. Diversas fontes mostram a dificuldade que a AWS tem enfrentado – com o crescimento da concorrência – em manter seus compromissos com relação ao uso de energia limpa. Lembrando que, em 2019, os funcionários da Amazon organizaram uma espécie de greve, cobrando melhores estratégias relacionadas à mudança climática. De toda forma, existem diversos projetos em curso, plantas de energia solar e eólica em operação e em construção, e muitos investidores de olho nos resultados.

 

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Empresas com a Equinix, que possui mais de 220 datacenters no mundo todo, (e hospeda boa parte da infra de clouds) também operam com uma forte cultura de sustentabilidade. Mais de 90% do seu parque opera hoje com energia limpa. Estamos falando de mais 11% de todo o mercado de datacenters global.

É óbvio que muitos, se não todos os grandes players da nuvem, fazem uso da compra de créditos de carbono para atenuar o impacto da emissão de poluentes de toda sua cadeia. Mas é preciso levar em conta que o desperdício de energia no on-premises é muito grande. Algumas estimativas apontam que cerca de 30% dos servidores são meros zumbis, ligados para realizar serviços de baixíssima complexidade e extremamente subutilizados. Todos precisamos de tecnologia, seja para alavancar os negócios, seja para acompanhar nossas séries favoritas, que façamos uso desta tecnologia de forma consciente.

A eficiência energética e a redução da emissão de gases poluentes devem estar entre as principais pautas em negociações e contratações de tecnologia na próxima década. Em um mundo em que usamos cada vez mais recursos de computação, é evidente que essa consciência tenha que partir não somente dos provedores, mas também dos consumidores. Pensando nisso (ou talvez não somente nisso), a Microsoft criou uma calculadora de sustentabilidade, a Microsoft Sustainability Calculator. Com este app (free para quem possui uma conta na Microsoft com acesso ao PowerBI), os decisores de empresas podem fazer uso de insights para guiar os investimentos em computação, armazenamento e outros serviços.

Fica cada vez mais claro que – ainda que seja preciso avaliar as relações de custo (combinando todas complexas relações entre a dinâmica do mercado, posicionamento dos negócios, a necessidade de recursos humanos capacitados em novas tecnologias, transformação do desenvolvimento de aplicações para micros-serviços, além ciclo de vida de investimentos já feitos) para se determinar a velocidade da curva de adoção da nuvem, o panorama atual e a direção para a qual nos movemos, o caminho para a nuvem é muito mais uma questão de quando e menos questão de por que (ou onde).

Data may not be the new oil at all…

 

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Escrito por Renato Censi, Co-Fundador da Loonar.

Fontes:

https://www.oracle.com/corporate/citizenship/sustainability/clean-cloud.html

https://en.wikipedia.org/wiki/Renewable_energy_credit

https://www.dxc.technology/cr/insights/145852-data_centers_play_key_role_in_reducing_ghg_emissions

https://ourworldindata.org/emissions-by-sector#energy-electricity-heat-and-transport-73-2

https://www.theguardian.com/technology/2021/feb/15/bill-gates-carbon-neutrality-in-a-decade-is-a-fairytale-why-peddle-fantasies

https://www.huawei.com/br/sustainability/environment-protect/reducing-carbon-emissions

https://www.equinix.com/data-centers/design/green-data-centers/

https://download.microsoft.com/download/7/3/9/739BC4AD-A855-436E-961D-9C95EB51DAF9/Microsoft_Cloud_Carbon_Study_2018.pdf

https://sustainability.google/commitments/

https://www.wired.com/story/amazon-google-microsoft-green-clouds-and-hyperscale-data-centers/

https://www.latimes.com/business/story/2019-09-19/amazon-climate-change

https://www.greenpeace.org/usa/news/greenpeace-finds-amazon-breaking-commitment-to-power-cloud-with-100-renewable-energy/

https://sustainability.aboutamazon.com/environment/the-cloud?energyType=true

Por algum motivo, o que mais tem pipocado em minha timeline do Linkedin são pessoas em busca de recolocação e empresas em busca de talentos. Fico me perguntando por que, mesmo com uma ferramenta tão poderosa como Linkedin, essas pessoas não se encontram?

O RH precisa acordar para o século XXI. Muitos vão me detonar por dizer isso, mas os profissionais de RH precisam cobrar mais dos CIOs por novas estratégias, melhores ferramentas, processos e automações (sim, robôs), para que o RH seja mais humano. O ser humano quer usar a tecnologia para ampliar seus horizontes e não para substituí-lo. O que estamos esperando?

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Recrutadores reclamam que não conseguem dar conta da quantidade de candidatos para filtrar e entrevistar, enquanto há uma míriade de tecnologias disponíveis para escalar seus processos. O problema talvez seja que as empresas e seus CIOs não deem o devido valor a este processo tão vital para o sucesso da companhia.

A grande maioria de profissionais e gestores de RH são formados e especializados em pessoas. O que é maravilhoso. Mas nos dias de hoje, o RH precisa ser levado a sério pelo CIO tanto quanto DevOps e Segurança. São os melhores talentos e a agilidade em repor estes talentos que irão definir o crescimento dos negócios.

Embora devamos admitir que há um esforço enorme dos times de RH, sem apoio da tecnologia – e com uma enxurrada de demandas – o RH, ao invés de robotizado, se torna mesmo desumano. Sem respostas, sem processo, sem clareza, toda experiência em pessoas resulta em frustração de ambos os lados.

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Empresas como a Taqe, entregam um enorme valor ao processo, personalizando a experiência.

Ferramentas como o Jira Service Management, Jira Software e o Confluence, auxiliam a ganhar escala e visibilidade com processos ágeis.

O Linkedin é a janela onde todos estamos para impulsionar e dar visibilidade a nossas carreiras.

É claro que não posso deixar de mencionar as ferramentas de gestão de RH, que cumprem o papel no ciclo de vida dos relacionamentos de trabalho e controlam os processos uma vez que o talento é descoberto.

E há muito mais lá fora (no sentido de olhar fora da caixa) que precisamos estar atentos.

O que me intriga é que poucas empresas têm investido em INTEGRAR todas essas tecnologias em um processo único. Seria o HRFlow?

O sucesso é garantido, pois melhora a atração, o filtro, as respostas, o controle e as métricas. Além de estarem prontas para escalar e contarem com seres humanos motivados e mais eficientes para girar as engrenagens do negócio com maior paixão e comprometimento.

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Personalizar a experiência, escala e visibilidade, processos ágeis, impulsionar e monitorar as carreiras e gerir o ciclo de vida do relacionamento. Fica a dica para os CIOs e gestores de RH.

Por Renato Censi – Co-Founder and Editor of Occupy the Clouds @ Loonar

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